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Postada em 29/11/2017 às 14:26 Carol Souza segue os passos do seu pai, Arnaldo Souza, na Arbitragem
Créditos da foto: Pedro Chaves/Federação Cearense de Futebol

Sabe aquela história, onde a filha tem o pai como o grande herói da sua vida? Pois é, com a Ana Carolina Lima de Souza não foi diferente. Seu pai, Arnaldo Souza, árbitro assistente de futebol, tem sido sua grande inspiração desde a infância. Arnaldo, que entrou para a arbitragem por acaso, em campeonatos amadores, fez o curso da Federação Cearense de Futebol em 1998 e, em 2004, ingressou na CBF. Fez vários jogos importantes em sua carreira, incluindo Clássicos-Rei e uma final da Série C do Campeonato Brasileiro em 2010.

Carol nunca havia se interessado pela arbitragem. Porém, em janeiro deste ano, ao acompanhar Arnaldo em um teste físico, surgiu, também por acaso, a vontade de fazer o curso. “Em janeiro deste ano fui acompanhar meu pai em um teste físico. Quando cheguei lá, achei muito interessante, achei o teste muito difícil, muita superação. Eu não tinha noção de como era... Eles estavam conversando sobre o curso e a turma nova, daí, de repente surgiu a ideia de fazer o curso e eu achei que podia ser uma coisa bem legal na minha vida”. Disse Carol.

A aspirante a árbitra da FCF pensa em se formar e, futuramente, ingressar no quadro da CBF. Quando perguntada sobre quem seria seu maior ídolo, Carol nem pensou duas vezes antes de responder: “Na arbitragem, meu ídolo é meu pai. Eu sempre acompanhei o trabalho dele, acho que ele é um ótimo árbitro assistente e, como eu também quero ser assistente, me espelho muito e tento aprender com ele”.

Carol Sousa - Arbitragem3

Créditos da foto: Pedro Chaves/Federação Cearense de Futebol

Para Arnaldo, foi uma surpresa saber que sua filha tinha se interessado em fazer o curso, pois nunca havia imaginado que Carol quisesse seguir sua carreira. Mas ele sempre a apoia e procura passar seus ensinamentos da melhor forma possível. Um fato interessante é que Carol não deixava seu pai acompanhar seus jogos. Porém o inevitável aconteceu e os dois foram escalados para dois jogos distintos, mas no mesmo dia e local. Ao sair da sua partida, Carol encontrou seu pai, que estava entrando em campo para dar início ao seu trabalho. Ela, que já estava emocionada por conta do belo trabalho que havia feito na final do feminino, não conseguiu segurar as lágrimas ao ver seu pai e ídolo, ali na sua frente.

Após esse encontro, pai e filha foram convidados para trabalhar juntos pela primeira vez em um jogo amador da Segunda Divisão do Campeonato realizado pela Liga de Boa Viagem, no dia 24 de novembro: “fomos a convite de um amigo do meu pai. Ele foi o assistente um e eu, assistente dois, e nós somos de lá (de Boa Viagem), então foi um momento incrível. E eu tenho certeza que, se Deus quiser, foi o primeiro jogo de vários, mas para mim foi muito emocionante trabalhar ao lado do meu pai”.

Carol Sousa - Arbitragem2

Foto: arquivo pessoal

Arnaldo, que já realizou vários sonhos dentro da arbitragem, trabalhou em vários estádios Brasil à fora e também bandeirou em diversos Clássicos e finais, ainda tem um grande desejo para concretizar: “Pretendo trabalhar com minha filha em um jogo profissional da Primeira Divisão do Campeonato Cearense”.

Manuella Viana / Kerlya Chaves / Jader Moraes
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